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domingo, 22 de março de 2009

As diferentes versões para o sumiço

Aos que acharam que Lóri tinha mordido a maçã errada e tinha ficado como a moça do cartaz...

... vimos anunciar que foi apenas uma reviravolta, que começou aqui mesmo junto ao mar e continuou no meio do oceano, lá onde o vento faz a curva, nas ilhas de Atlântida, terra de magia. Estava ela bem no centro da Capital a tentar entender o falar tão castiço do lugar...



... e a confabular com a maioria demográfica (?) que aliás é muito simpática e tão "requinha".


Mas, sempre há mais de uma versão para o mesmo fato. Há quem diga que não existe a verdadeira história, apenas, versões de um fato.


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Pausa

Prezados visitantes,

logo após o Natal, este blog - ou quem por ele se responsabiliza - fechou para balanço, curtas férias, inusitadas alegrias, inesperados encontros, insuspeitas mudanças de rumo, e alguns indesejáveis imprevistos, além de ter emendado com intensivo trabalho logo no início do novo ano, trabalho esse que acumulou com todos os in citados anteriormente. Toda essa conjunção astral resultou em uma pausa mais longa do que se previa, mas também em muitas e imprevisíveis sensações.

Espero que estejam a engrenar o novo ano a contento ou que consigam ir corrigindo o rumo à medida que as incoerências se apresentarem e que as decisões do réveillon forem esmorecendo.

Espero, igualmente, que não fiquem na bronca com os responsáveis pelo blog, pelo menos, não por muito tempo. Lóri, a sereia das águas do norte, voltará a desviar os mesmos preciosos e contados navegantes para estas águas, muito breve.

En attendant, Bonne Année à tous!
Façam o ano de vocês realmente Novo!

domingo, 2 de março de 2008

Meu Rio

Apresentação de fotos do Rio de Janeiro.
Todas as fotos: Sergio Fonseca
Música: São Sebastião (Totonho Villeroy)
Voz: Mart'Nália (com participação de Maria Bethânia)
Arranjo: Jaime Além

Este é o fim de semana dos clips, pelo visto. Mas é que foram impulsos e não devemos resistir aos impulsos. Como diria Oscar Wilde, "sou capaz de resistir a tudo, menos às tentações" e acredito piamente que devemos nos entregar, sobretudo quanto mais os anos passam, à vertigem do momento.

E já que estamos nisso, se deixarem carregar o clip, o que exige, eu bem sei, uma boa dose de paciência virtual e concreta, enquanto a linhazinha vermelha do youtube vai se completando, verão fotos quase arquetípicas da cidade que a Bethânia chama tão adequadamente, de estandarte do Brasil. Não há reparo a se fazer a isso. Seja lá o que for que se acrescente de bom ou de ruim. É assim e pronto.

E como é aqui que eu vivo, e aqui que tantos vêm me ver. E aqui que tantos e tantas outros e outras vêm em busca da tão cantada maravilha. E onde a encontram, embora encontrem também, é certo, as desmaravilhas. Mas, ok, não há rosas sem espinhos, meus amigos, já dizia a minha avó que, por sinal, sequer sabia quem foi Oscar Wilde. E mesmo que soubesse, suponho que tivesse ficado escandalizada, mas cá está entre as mesmas citações pois afinal teve uma neta, com a qual, é bem provável, também se escandalizasse. Mas isso já são outros quinhentos, embora sejam só 433 os anos que a cidade faz.

E é por isso que eu posto este clip. Por que a minha cidade, de encantos mil, adotada por meu pai há mais tempo do que ele foi capaz de viver na Península Ibérica, está de parabéns. E está mesmo de parabéns, pois não deve ser tarefa fácil resistir encantadora com tantos desencantos e com tanta gente a querer tragá-la em corrupção, lixo, descuido, desmandos, tráfico, pobreza, desmatamento, desleixo, mas também, para cada uma dessas desmaravilhas, há uma reação indignada de milhares de habitantes, da gema ou de fora, que lutam dia a dia para manter a extensão de maravilhas.

NB: Não há uma única foto que não me remeta a uma memória, a uma experiência e a muitas tentações. Não há, tampouco, montagens, sou capaz de indicar quase todos os pontos de onde foram feitas as fotos, os locais eu conheço todos e respondo pela autenticidade do material. Deu até vontade ir buscar as minhas e fazer um painel à guisa de carimbo de proveniência desta maravilha onde Deus me permite viver. E pra onde sempre me tem trazido de volta, mesmo quando insisto em voar pra outros lados.